CBDU adota medidas em busca de igualdade de gênero

Visando aumentar a representatividade feminina em espaços de tomada de decisão dentro da Confederação, a CBDU vem fazendo mudanças na organização de seu quadro de colaboradores; a mais recente foi a nomeação de Bárbara Dias Novaes, integrante da Comissão de Atletas, para compor o Conselho Diretivo.

Parte da equipe CBDU durante a solenidade em homenagem aos 80 anos da Confederação, em 2019. Foto: Saulo Cruz/CBDU

A discussão sobre igualdade de gênero e seus impactos na vida em sociedade se intensificou nos últimos anos. Mas tão importante quanto debater a questão, é trabalhar ativamente para mudar o cenário; seja dentro de casa na educação das crianças, na convivência social, no ambiente esportivo, e também no mercado de trabalho – no qual a disparidade entre homens e mulheres em relação a remuneração, oportunidades e reconhecimento, ainda é grande.

Na CBDU o tema é abordado já há algum tempo. Das 28 pessoas vinculadas a Confederação – funcionários e diretores –, 11 são mulheres. A atual Comissão de Atletas é composta por 9 membros; dos quais 6 são mulheres e 3 são homens. Em relação a gestão, Luciano Cabral, presidente da CBDU, explica que que também há uma busca de maior representatividade feminina: “Nos novos departamentos que a CBDU tem criado, a gente tem tentado colocar mulheres, para tentar equilibrar essa balança, porque historicamente a CBDU sempre teve muito mais homens na gestão do que mulheres”.

O Departamento de Responsabilidade Social, criado recentemente pela CBDU, tem como coordenadora Elaine Morelato, atual presidente da Federação de Roraima. O Departamento de Paradesporto, instituído no dia 18 de setembro, também é comandado por uma mulher: Natália Borges Xavier, a Naná. E ainda no dia 18, a Confederação abriu uma vaga em seu Conselho Diretivo para um (a) representante dos atletas, e Bárbara Dias Novaes, do taekwondo, foi escolhida. Dessa forma, mais três mulheres ocupam espaço na gestão do esporte universitário brasileiro.

Isso para nós é muito importante, pois valoriza o papel da mulher na gestão e traz as questões, as temáticas femininas. E abre também a possibilidade de a CBDU ser mais abrangente no atendimento, na percepção, na construção de politicas que atendam a todos os universitários – finaliza Luciano Cabral, presidente da CBDU.

A gestão da CBDU reitera que considera como estágio ideal de igualdade, o momento no qual não seja mais necessário criar instrumentos e/ou políticas para alcançar a igualdade; que seja uma premissa natural.

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