[Universidade CBDU] Workshop sobre Educação Financeira dá dicas valiosas para começar a investir
Ao primeiro contato, os termos “finanças” e “investimento” podem causar um certo desconforto em várias pessoas. De cara a gente já imagina aqueles executivos de terno e gravata, sentados atrás de duas telas de computadores cheias de números, gráficos e planilhas, discutindo sobre a bolsa de valores. Porém, esse cenário está em constante mudança e, hoje, não são só pessoas de terno e gravata que lidam com investimento financeiro; às vezes seu colega de treino investe e você nem faz ideia.
Por CBDU
15 de dez., 2020 às 15:26 | 3 minutos de leitura
Compartilhe via:
Durante o encontro, que aconteceu ontem, 14, Cláudio explicou os 3 passos fundamentais para quem quer começar a polpar dinheiro, investir e se planejar para o futuro:
1- Fazer um colchão de segurança: aplicar de 10 a 12 vezes o valor do seu custo de vida em investimentos conservadores e com boa liquidez;
2- Delimitar os objetivos financeiros a curto, médio e longo prazo e considerar valores e tempo para execução;
3- Estabelecer uma independência financeira: ter uma quantia suficiente de dinheiro para caso decida ou precise parar de trabalhar.
E se você quer começar a entender um pouco mais desse universo, se liga nas dicas! O livro A Fórmula Mágica, de Joel Greenblatt é leitura obrigatória para isso; nele o autor (veterano do mercado financeiro) apresenta uma fórmula que promete ganhos acima da média nos investimentos a longo prazo. Mas, se você quer ajuda no dia a dia, o app Olivia (gratuito e disponível para Android e iOS) é pra você; a Olivia é uma assistente financeira que promete te auxiliar no controle das finanças e também a economizar. Não deixe de conferir também o site euqueroinvestir.com, lá você encontra vários conteúdos interessantes sobre investimentos, mercado financeiro e outros. E por último, mas não menos importante, confere o glossário que preparamos:
A Ação – títulos negociáveis emitidos pelas empresas que têm capital aberto na bolsa de valores. Simplificando, são “pedacinhos” que as empresas vendem de si próprias para aumentar seu capital. Aplicação – é o investimento de recursos financeiros (dinheiro) para obter ganhos de capital (rendimento). Ativo – todo patrimônio pertencente a uma empresa; bens, direitos, créditos e títulos.
B Bolsa de valores – mercado no qual se negociam títulos mobiliários diversos, como ações, moedas à vista, commodities agropecuários e outros. A bolsa de valores oficial do Brasil é a B3, com sede em São Paulo.
C Câmbio – define todas as operações que envolvem compra ou venda de moeda estrangeira. Também se refere a relação entre duas ou mais moedas diferentes. CDB – Certificado de Depósito Bancário – tipo de investimento que envolve a compra de títulos de renda fixa emitidos por bancos comerciais. CDI - Certificado de Depósito Interbancário – tipo de investimento que os bancos realizam para aplicar seus recursos excedentes ou para angariar dinheiro de outros bancos. Correção monetária – ajuste feito periodicamente de certos valores na economia de acordo com o valor da inflação de determinado período. Crédito – acordo no qual um banco empresta dinheiro mediante garantias formais.
F Fundo de investimento – meio mais conhecido de aplicação financeira; reúne os recursos de diferentes investidores, divididos em cotas.
J Juros – diferença entre o valor emprestado e o valor pago; podem ser simples ou compostos.
L Liquidez – capacidade de um investimento se transformar em dinheiro, o quão rápido isso é possível.
R Renda fixa – referente a títulos que pagam, em períodos definidos, uma determinada remuneração. Na prática, é emprestar dinheiro ao dono do título; banco, empresa ou governo. A remuneração são os juros do título. Renda variável – referente a títulos cuja remuneração não é fixada anteriormente. O retorno desse tipo de investimento varia conforme as condições do mercado. Rentabilidade – referente a valorização ou desvalorização de um determinado investimento em pontos percentuais.
S Selic – principal taxa de juros da economia brasileira.
T Tesouro direto – título de renda fixa emitido pelo Governo Federal como forma de empréstimo para financiar setores como saúde, educação, tecnologia e infraestrutura. Criado em 2002 através de uma parceria entre o Tesouro Nacional e a BM&FBovespa para possibilitar que pessoas físicas investissem em títulos públicos federais.
O workshop sobre Educação Financeira para Universitários com o Cláudio Souza foi a última atividade da Universidade CBDU em 2020, mas em 2021 voltaremos com muito mais conteúdo para você! E ah, se você estava inscrito no workshop, mas não conseguiu participar, não se preocupe, o conteúdo já está disponível na plataforma da Universidade CBDU; confere lá!